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F-commerce

23 mai Blog | Comentar

Que tal vender em uma rede virtual com mais de 600 milhões de consumidores em todo o mundo?

Este é o objetivo do f-commerce, estratégia que visa permitir a realização de comércio eletrônico dentro do próprio Facebook – ou ao menos se iniciando por ele – fazendo-se do conceito de social commerce (tema já apresentado nesta coluna), onde as transações comerciais são influenciadas por avalizações, indicações e recomendações entre pessoas. Mas não é só isso: somente o fato de ter uma ferramenta de e-com em um ambiente com milhões de pessoas, já é fato para animar qualquer um.

O movimento está sendo iniciado com aplicativos que incentivam o consumo nas lojas virtuais já existentes (fora do Facebook) e também com mecanismos como o Facebook Connect, onde os botões Curtir e Compartilhar são instalados nos sites das lojas, permitindo a propagação de produtos e ofertas por um visitante que também é membro desta rede social.

Como exemplo, há uma loja de departamento que utiliza-se de um aplicativo que gera um desconto para membros do Facebook que ‘curtirem’ sua Fan Page (ação exigida para que os aplicativos sejam ativados). Ainda há necessidade do e-consumidor navegar entre a loja eletrônica e a Página no Facebook, mas não deixa de ser um belo incentivo para a gigantesca comunidade desta rede social.

Já uma importante marca global de lingeries criou um aplicativo que permite a um membro presentear uma amiga com um vale-presente, incentivando inclusive que seja dado em aniversários, aproveitando o fato de que uma das principais ações dentro do ‘Face’ é parabenizar um ao outro.

Mas a melhor notícia mesmo é que já há ao menos uma empresa brasileira testando uma loja eletrônica que permitirá a execução de todos os processos de compra dentro das próprias Páginas do Facebook. O melhor de tudo é que cada ato de compra será divulgado no perfil do comprador, promovendo o buzz marketing (boca-a-boca virtual).

Há melhor avalização de compra do que esta?

Social commerce e f-commerce ainda estão em desenvolvimento, mas sugiro que comece a acompanhar conteúdos sobre estes temas, pois acredito que serão condições básicas para o sucesso de lojas virtuais muito em breve. #ficadica

Que tal vender em uma rede virtual com mais de 600 milhões de consumidores em todo o mundo?

Este é o objetivo do f-commerce, estratégia que visa permitir a realização de comércio eletrônico dentro do próprio Facebook – ou ao menos se iniciando por ele – fazendo-se do conceito de social commerce (tema já apresentado nesta coluna), onde as transações comerciais são influenciadas por avalizações, indicações e recomendações entre pessoas. Mas não é só isso: somente o fato de ter uma ferramenta de e-com em um ambiente com milhões de pessoas, já é fato para animar qualquer um.

O movimento está sendo iniciado com aplicativos que incentivam o consumo nas lojas virtuais já existentes (fora do Facebook) e também com mecanismos como o Facebook Connect, onde os botões Curtir e Compartilhar são instalados nos sites das lojas, permitindo a propagação de produtos e ofertas por um visitante que também é membro desta rede social.

Como exemplo, há uma loja de departamento que utiliza-se de um aplicativo que gera um desconto para membros do Facebook que ‘curtirem’ sua Fan Page (ação exigida para que os aplicativos sejam ativados). Ainda há necessidade do e-consumidor navegar entre a loja eletrônica e a Página no Facebook, mas não deixa de ser um belo incentivo para a gigantesca comunidade desta rede social.

Já uma importante marca global de lingeries criou um aplicativo que permite a um membro presentear uma amiga com um vale-presente, incentivando inclusive que seja dado em aniversários, aproveitando o fato de que uma das principais ações dentro do ‘Face’ é parabenizar um ao outro.

Mas a melhor notícia mesmo é que já há ao menos uma empresa brasileira testando uma loja eletrônica que permitirá a execução de todos os processos de compra dentro das próprias Páginas do Facebook. O melhor de tudo é que cada ato de compra será divulgado no perfil do comprador, promovendo o buzz marketing (boca-a-boca virtual).

Há melhor avalização de compra do que esta?

Social commerce e f-commerce ainda estão em desenvolvimento, mas sugiro que comece a acompanhar conteúdos sobre estes temas, pois acredito que serão condições básicas para o sucesso de lojas virtuais muito em breve. #ficadica

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